O Que é Hérnia Umbilical em Bebês

A hérnia umbilical é uma condição comum que pode ocorrer em bebês recém-nascidos. Ela se caracteriza por uma protuberância ou inchaço na região do umbigo. Isso acontece porque, durante a gestação, o cordão umbilical conecta o bebê à placenta e passa por uma abertura na parede abdominal chamada de anel umbilical.

Normalmente, após o nascimento, o anel umbilical fecha-se completamente. No entanto, em alguns casos, o fechamento não ocorre adequadamente e acaba formando uma pequena abertura na parede abdominal. É através dessa abertura que a hérnia umbilical se desenvolve.

A hérnia umbilical em bebês geralmente não causa dor ou desconforto. Ela pode ser facilmente identificada pela presença de uma saliência ou inchaço na região do umbigo. Essa protuberância pode variar de tamanho, podendo ser pequena ou grande.

É importante ressaltar que a hérnia umbilical em bebês tende a desaparecer naturalmente ao longo do tempo. À medida que o bebê cresce e desenvolve os músculos abdominais, a abertura na parede abdominal fecha-se gradualmente. Na maioria dos casos, a hérnia desaparece até os 2 anos de idade.

No entanto, em alguns casos, a hérnia umbilical pode persistir além dessa idade. Se isso acontecer, é recomendado procurar um médico para avaliar a situação. Em raros casos, a hérnia umbilical pode causar complicações, como estrangulamento, quando o tecido fica preso na abertura e não recebe suprimento sanguíneo adequado.

O tratamento da hérnia umbilical em bebês é geralmente conservador, ou seja, não envolve cirurgia. O médico pode recomendar algumas medidas simples, como evitar a pressão excessiva na região do umbigo e incentivar o bebê a fazer exercícios físicos, como engatinhar, para fortalecer os músculos abdominais. Em casos mais graves, a cirurgia pode ser necessária para corrigir a hérnia.

Em suma, a hérnia umbilical em bebês é uma condição comum que geralmente desaparece com o tempo. É importante observar a saliência na região do umbigo e, caso persista além dos 2 anos de idade, procurar orientação médica. O tratamento geralmente é conservador, mas em casos mais graves, a cirurgia pode ser indicada.